Ela seguia, nossa doeu ver aquela cena, o sorriso dela penetrou minha alma e eu não conseguia enxergar que tudo nela brilhava. Acreditava sim que um dia ela se ergueria, mas vê-la solta na vida cortava minha alma, desejei que ela ainda estivesse presa a mim, mesmo não querendo vê-la triste, um tanto egoísta pode soar isso eu sei, mas diante tal felicidade eu não poderia agir de outra forma a não ser querer segura-la e prende-la junto a mim.
E assim fiz, consegui chegar perto e de imediato aquele sorriso sumiu e minha alma foi invadida por sentimentos inexplicáveis de preenchimento, ela parou por um momento e vi em seus olhos nada. Foi estranho perceber que ela olhava para nada e eu estava ali a sua frente, sim foi a mim que ela carregou por dias e noites, talvez o peso a deixou leve e era essa leveza de carregar nada que apareceu diante dos meus olhos e pude sentir que ela não era mais minha, ela não pertencia mais a nada que me ligava. E então ela sorriu e não foi pra mim, ela apenas sorriu e senti um vazio por não sorrir junto com ela, mas senti que precisava deixar-la ir...
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