terça-feira, 7 de dezembro de 2010

ALMAS GEMEAS

Não viestes 
espontaneamente. 
Eu chamei por ti 
e viestes meiga... sorrindo delicada. 
Ainda permaneces aqui. 
Ficastes
e nos teus braços e 

em tua alma agasalhei-me... 
Acolhestes a minha carência 
e no teu mundo entrei...
Nos sonhos, na poesia, 
no enternecer das melodias, 
[como filho da lua], 
foi o mundo em que sempre orbitei. 
E como entrei no teu, 
para o meu te chamei... 
E nas confidências trocadas ,
entre queixas e risadas, 
descobrimos tantas coisas em comum
que fazem-nos almas gêmeas
andando por estradas separadas! 



E CADA VEZ MAIS ESSA ESTRADA TEM O FIM EM VOCÊ...

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