quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Dela...


TÃO EM MIM...


Tu me vens de mansinho, aquele jeito todo que me encanta, desarma e conduz. Não envolve mais a dor, aquele aperto doído se foi, fica aquelas palavras mesmo tão vazias de paixão, mas coberta de um verdadeiro amor, não sei ao certo quantidade, mas sinto profundamente o tocar, aquele refúgio que vem quando nos falamos, aquele riso que sai espontaneamente da boca.

Trazemos um acúmulo de anos, dias, horas trocadas, conhecimentos ímpares que nos envolve nos transportando para uma paz e tranquilidade.

 Não espero do tempo reviravoltas, não espero milagres impossíveis, muito menos paixões avassaladora repetida.

 Quero do tempo a serenidade de dias realmente verdadeiros, de pulsar único de amor que já tenho esperar do tempo o que realmente for meu, seu, NOSSO. Não quero nada sozinha. Que o tempo em nós, nesse amor seja o que eu guardo/trago por ti, por mim... POR NÓS.

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