Uma
frieza inundava seu corpo e não era inverno, era seu estado de
espirito.
As
vezes assustava-se ainda ao ver aquela escuridão cheia de pilastras
que ela teimava se esconder.
Era
óbvio que não acharia a saída, ela fechou todas as formas de se
libertar.
E
era ela, com medo, sem rumo a seguir, sem um norte a olhar.
Continuava a olhar pra dentro, continuava a querer não ver, a ter
medo de sentir, de demonstrar a todos sua profunda tristeza que não
a deixava, que não a deixava voar, não deixava partir.
Ela
não sabia se queira ir tão longe, ela só precisava se libertar
dela mesma, para poder continuar a viver.
Rubyanne
Serejo
p.s: escrito há algum tempo no Wandão Lanches...rsrs

Acho que ja conhecia esse texto...rsrsrs...
ResponderExcluir