terça-feira, 10 de julho de 2012

Dela...





Uma frieza inundava seu corpo e não era inverno, era seu estado de espirito.
As vezes assustava-se ainda ao ver aquela escuridão cheia de pilastras que ela teimava se esconder.
Era óbvio que não acharia a saída, ela fechou todas as formas de se libertar.
E era ela, com medo, sem rumo a seguir, sem um norte a olhar. Continuava a olhar pra dentro, continuava a querer não ver, a ter medo de sentir, de demonstrar a todos sua profunda tristeza que não a deixava, que não a deixava voar, não deixava partir.
Ela não sabia se queira ir tão longe, ela só precisava se libertar dela mesma, para poder continuar a viver.


Rubyanne Serejo

p.s: escrito há algum tempo no Wandão Lanches...rsrs

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