segunda-feira, 9 de maio de 2011

Da escritora...




Do que meu coração senti

Seria a vida um desencanto? Ou simplesmente fatos que devemos olhar e aprender lições como se de alguma forma ela verdadeiramente fosse nossa escola de principais sacrificios à serem superados?
Daquela janela fica o vento levando as horas e pensamentos ali jogados, olhares atônitos e perdidos em meio a embriaguez dos sonhos sendo aniquilados com os pesares da vida.
Alem do que se ver, pois na verdade está tão dentro de sí que nem mesmo os olhares soltos sem direção se torna capaz de pedir ajuda diante tantos gritos silencioados soltos internamente.
Acrescenta-se rotinas, corre corre,
fugas, e quando não há mais o que inventar aquela lágrima começa a rolar, onde a estrutura física já não é tão forte e acaba fazendo você despencar, dai você deita de mansinho se encolhe num cantinho e dentro daquela escuridão está teus maiores medos, receios, vontades e tantas ilusões.
De poucas escolhas, de grande essencia e de uma enorme vontade de mudar a vida e aos pouco tudo vai adormecer e mais uma vez virá outro dia com aquele mesmo vento ou chuva que parece levar os fortes indícios daquela tristeza e começa a parecer que tudo na vida pode ser passageiro, mesmo dentro da dor que carregamos dentro dessa tal fortaleza que passa a transparecer.
E de tanto viver tudo tantos dias se torna mais fácil, os dias ensinam como percorrer as horas, as dores, os amores que não vão mais voltar, vai ensinar que para tudo ficar bem um sorriso forçado engana, esconde e alimenta não só sua ilusão, mas as de quem tambem não está se importando com o que se passa com você, com o que dentro do seu coração se torna completamente insensível ao que acontece no seu redor, pois já está quase dentro dos seus limites.

Rubyanne Serejo

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